Fiquei entre cochilos e lágrimas. Sonho e realidade. Minha cabeça dói, estou sem fome, estou sem empolgação. E não adianta dizer pra eu ficar bem, eu estou bem, só não me conformo com a situação. Fico horas tentando achar uma solução. Estou afundando em meus pensamentos, procurando o porquê de vários porquês.
Amor [..] o nosso amor deveria bastar.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Youtube feelings
Desde que eu tinha 14 anos, sempre gostei dessas músicas que tem a melodia triste. Ao contrário do que muitos pensam, isso não me deixa mais triste. Eu fecho os olhos e imagino um vídeo clipe diferente, com pessoas que conheço, com coisas que eu gostaria que acontecesse, com beijos, olhares, frases de impacto, reconciliações, surpresas ... Um ciclo vicioso e gostoso de se imaginar. Pouco importa a letra. O que importa é o quanto a melodia me atinge, me lembrando coisas boas.
Então fiz uma lista:
Então fiz uma lista:
Beijos.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Coisas que o tumblr não ensina pra você
Parem de achar que homens amadurecem quando te ligam de volta ou quando pedem desculpas e todo aquele blá blá blá ilusório que vocês mesmas idealizam. Nós amadurecemos rápido porque a vida exige isso da gente. Homens irão amadurecer quando a vida exigir isso deles também. O fato é que nós somos dramáticas demais e cada detalhezinho faz a diferença, enquanto isso homens tem seu jeito prático de resolver as coisas e sem tempo pra ficar chorando por coisas que nem aconteceram. Apenas parem pra pensar um pouco, temos mania de sofrer de graça e com antecedência. Homens choram sim, mas com motivos pra isso. Homens não ficam em seus quartos imaginando coisas que não existem. Elas não existem e ponto final.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Blá blá blá diário
Eu nunca precisei de muito esforço pra frequentar alguns lugares, pra entrar nas galeras da vida, pra essa curtição barata de todos os dias. Eu sempre fico na minha, não por que eu não goste de socializar mas, por uma questão de escolha. Fico na minha porque não sou dessas de sair falando com pessoas que fazem de tudo para se mostrar, ser cult a qualquer custo e falando merda o tempo todo. E todos percebem, o que é o mais ridículo. Por que no fundo, elas só querem pertencer a algum grupo.
Eu via muito isso quando eu tinha 13 anos. Não consigo e nem aguento ver esse tipo de coisa agora. Tenho 20 anos e estou cercada de pessoas mais velhas que disputam a todo momento um minuto de atenção. Não sou foda e isso não faz o meu gênero. Prefiro mil vezes sentar com aquela pessoa mais observadora, que sabe o que dizer na hora certa, que ri timidamente das coisas e que quando não tá afim de comentar, simplesmente se levanta sem querer ser o formador de opinião por pouca coisa. Discussões sem fundamento, que não acrescentam em nada.
Geralmente, as pessoas que mais se mostram maduras, com respostas articuladas pra tudo, são as pessoas mais vazias que eu conheço. Quantas e quantas vezes não fui tachada de falsa puritana, por que eu não bebo, não fumo. Risos. Cara, as pessoas se esquecem que eu já sou adulta, vacinada e só cabe a mim a decisão de querer ou não fazer as coisas. Peço desculpa aos fumantes de longa data, mas por acaso eu ficaria mais inteligente com um cigarro na boca? Se eu bebesse até cair pra arrancar sorrisos alheios, eu seria uma pessoa mais legal?
Sempre em contradição, sempre na merda, sempre na rua procurando o que fazer na casa do outros. Sempre se "auto convidando" pras coisas. Que carência é essa? "Eu não ligo pra reputação" "Eu sou liberal" "Eu sou isso e aquilo outro" Não são nada além de papo furado. Uma dose de vida real pra muitos, acabaria com todas essas frases clichês. Vai lá correr atrás de um emprego e dizer tudo aquilo que você fez de legal, mostrar o quanto você é liberal pra ver se alguém não vai cortar suas asas? Ah, meu caro, a sua fechação com seus amigos não põe mesa. A verdade é que está na moda tirar onda, beber e fumar.
Extremista? Que nada. É só essa falsa liberdade que não me interessa mais.
De ilusões eu tô cheia.
Eu via muito isso quando eu tinha 13 anos. Não consigo e nem aguento ver esse tipo de coisa agora. Tenho 20 anos e estou cercada de pessoas mais velhas que disputam a todo momento um minuto de atenção. Não sou foda e isso não faz o meu gênero. Prefiro mil vezes sentar com aquela pessoa mais observadora, que sabe o que dizer na hora certa, que ri timidamente das coisas e que quando não tá afim de comentar, simplesmente se levanta sem querer ser o formador de opinião por pouca coisa. Discussões sem fundamento, que não acrescentam em nada.
Geralmente, as pessoas que mais se mostram maduras, com respostas articuladas pra tudo, são as pessoas mais vazias que eu conheço. Quantas e quantas vezes não fui tachada de falsa puritana, por que eu não bebo, não fumo. Risos. Cara, as pessoas se esquecem que eu já sou adulta, vacinada e só cabe a mim a decisão de querer ou não fazer as coisas. Peço desculpa aos fumantes de longa data, mas por acaso eu ficaria mais inteligente com um cigarro na boca? Se eu bebesse até cair pra arrancar sorrisos alheios, eu seria uma pessoa mais legal?
Sempre em contradição, sempre na merda, sempre na rua procurando o que fazer na casa do outros. Sempre se "auto convidando" pras coisas. Que carência é essa? "Eu não ligo pra reputação" "Eu sou liberal" "Eu sou isso e aquilo outro" Não são nada além de papo furado. Uma dose de vida real pra muitos, acabaria com todas essas frases clichês. Vai lá correr atrás de um emprego e dizer tudo aquilo que você fez de legal, mostrar o quanto você é liberal pra ver se alguém não vai cortar suas asas? Ah, meu caro, a sua fechação com seus amigos não põe mesa. A verdade é que está na moda tirar onda, beber e fumar.
Extremista? Que nada. É só essa falsa liberdade que não me interessa mais.
De ilusões eu tô cheia.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Por onde andei
"Eu estava tão maior que já não me via mais. Tão grande como uma paisagem ao longe. Eu era ao longe. Mas perceptível nas minhas mais últimas montanhas e nos meus mais remotos rios: a atualidade silmutânea não me assustava mais, e na mais última extremidade de mim eu podia enfim sorrir sem nem ao menos sorrir. Enfim, eu me estendia para além de minha sensibilidade." Clarice Lispector
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
"Quando estamos na pior, ficamos bastante lúcidos para nos dar conta de que somos uma pessoa perdida. Perdemos a fachada de autocontrole e não nos julgamos mais acima de todos e de tudo [..] Pensava: agora é que você vai penar quando estiver em tal situação. Eles vão perceber que você é chata e ridícula. Mas você já sabia. É engraçado que você não tenha pensado em tudo isso antes."
E mesmo que muitas pessoas vejam Christiane como uma adolescente sem limites, eu enxergo nela uma menina apaixonante. Como uma garota de treze anos, apesar do pesares, sabe o que fazer em todas as situações? Mesmo em desespero, ela consegue ser mais forte que muita gente.
Boa leitura pra vocês.
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